segunda-feira, 22 de abril de 2013

AGRADECIMENTO

  O nosso blog " Pontuando e Conjugando" foi uma grande ideia que surgiu em sala de aula. A participação e o envolvimento dos alunos, nos títulos sugeridos, foram de grande valia para que o projeto ganhasse vida e ultrapassasse as barreiras da sala de aula.No entanto,quem realmente comemora e ganha o projeto somos nós,alunos e apreciadores da Língua Portuguesa. 
           Em especial,quero agradecer as alunas Agnes Ferreira Brunelli e Sarah Santos da Costa do 7º ano E que transformaram o que era projeto em realidade. Elas,  realmente foram as grandes sonhadoras e transformadoras deste projeto em realidade, oportunizando e contemplando a todos os estudantes, do Manoel Mello, a divulgar e  mostrar os trabalhos desenvolvidos em sala de aula , levando-os assim, a aprender e apreender os conteúdos compartilhados neste blog.
Sucesso galera!! O blog é nosso! 
                                 Com carinho!professora Walkiria.

VÍDEO SUGERIDO


O vídeo sugerido foi do aluno LUCAS CASSEMIRO BERGAMIN do 6º ano C

FILME EM DESTAQUE








Zezé é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta, devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo, e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga, um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo.

Elenco: Caco Ciocler, Jose De Abreu.
Direção: Marcos Bernstein
Gênero: Drama
Duração: 1:37
Violência
Meu Pé de Laranja Lima é um romance juvenil, escrito por José Mauro de Vasconcelos e publicado em 1968.
Foi traduzido para 52 línguas e publicado em 19 países. Foi adotado em escolas e, posteriormente, adaptado para o cinematelevisãoteatro.

AUTOR DA SEMANA



QUEM É O AUTOR ACIMA? 

DESCUBRA, E EM SEGUIDA, DISCUTA COM OS SEUS COLEGAS, O QUE VOCÊ PESQUISOU E APRENDEU SOBRE ELE .


 AUTOR DA SEMANA ANTERIOR: Carlos Drummond de Andrade

                                          SITE: http://www.carlosdrummond.com.br/



NOSSOS ARTISTAS

                 

Os desenhos em destaque são do aluno GABRIEL WESLEY FALCÃO  do 7ºano E

POEMAS


[Quem Sabe um Dia]

Quem Sabe um Dia
Quem sabe um dia
Quem sabe um seremos
Quem sabe um viveremos
Quem sabe um morreremos!

Quem é que
Quem é macho
Quem é fêmea
Quem é humano, apenas!

Sabe amar
Sabe de mim e de si
Sabe de nós
Sabe ser um!

Um dia
Um mês
Um ano
Um(a) vida!

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois
Mario Quintana
Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
Mario Quintana

VAMOS OUVIR?


DIAS MELHORES-JOTA QUEST



PENSAMENTO DA SEMANA


Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.
                                                               Confúcio

LEITURA DIÁRIA


Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
                                            Luís Fernando Veríssimo

CHARGE/ CARTUM /QUADRINHOS




                          






PRODUÇÃO DE TEXTO DA SEMANA





Penso que filosofar seja uma atividade que auxilia muito na compreensão de textos. Normalmente quem reflete sobre o mundo que nos cerca tem mais facilidade para fazer associações complexas e, podemos dizer, mais completas. Pensando nisso, hoje voltamos à seção de Filosofia. Pensaremos, inicialmente sobre os instrumentos do filosofar. Faremos isso por meio de metáforas, textos bastante simples e de situações que nos levem à reflexão.
dia_de_férias
Vejam este pequeno texto que retirei de uma de minhas aulas de filosofia ainda na faculdade:
Hoje é o primeiro dia em que me sinto realmente em férias. E já é janeiro. Passou a correria da entrega de notas, reuniões de conselhos de classe, recuperação, fechamento dos diários de classe, seguida da outra correria, a preparação das festas de fim de ano. As compras, as visitas, a comida, o trânsito, o calor, a árvore a ser arrumada... Mas, hoje, finalmente em férias, posso começar a escrever outra vez.
Hmmm, estou sentindo um cheiro estranho. O que poderá ser? Nossa! Esqueci o feijão no fogo! Queimou. Lá se foi o meu almoço.
Tudo bem, faço um sanduíche, mas começo a escrever este novo livro.
Ó ilusão! Agora ouço um barulho. Será a campainha? Sempre posso fingir que não há ninguém em casa. Mas não é a campainha. O barulho continua, sempre igual e nos mesmos intervalos de tempo. Ah! é o telefone. Já tocou umas dez vezes. Talvez seja algo importante. Será que aconteceu alguma coisa com as crianças e estão querendo me avisar? É melhor atender logo.
— Alo! Bom dia, mãe... O quê? Tenho de ir aí para ver o que está acontecendo? (Suspiro.) Tá bom, mãe. Já estou indo...
Pois é, acho que vou deixar para escrever amanhã.

Aprendendo a ler

Aprendendo a ler o mundo

Pensando um pouco sobre o dia de ontem, percebo que fui obrigado a interpretar, ou seja, a dar significado a uma série de acontecimentos que invadiram o meu dia e me levaram a abandonar, temporariamente, o projeto de escrever. Vamos destacar alguns:
  • Primeiro, foi o cheiro ao qual atribuí o significado "feijão queimado". Em seguida, ao fato de o feijão ter queimado dei outro significado: a perda do almoço.
  • Segundo, foi o caso do som: associei-o inicialmente à campainha da porta. Percebendo que o som se repetia, sempre igual, e a intervalos regulares, tive a pista para chegar ao seu significado exato: era o telefone que estava tocando.
E assim fazemos o dia todo, a vida toda. A essa atividade de atribuir significados podemos dar o nome de leitura. A leitura; nesse sentido, passa a ser uma atividade bastante ampla: é efetuada toda vez que "lemos" um significado em algum acontecimento, alguma atitude, algum texto escrito, comportamento, quadro, mapa e até, por exemplo, nas gracinhas de um cachorro. A tudo isso podemos chamar de leitura do mundo. E, para que possamos fazer uma leitura adequada do mundo à nossa volta, é preciso saber observá-lo, recolhendo informações dos mais variados tipos.
Mas voltemos à história inicial. Ao sentir o cheiro, tive uma informação olfativa. Ao ver o feijão queimado grudado na panela, tive uma informação visual. Com relação ao telefone, tive uma informação auditiva. Ao ligar cada informação às minhas experiências anteriores, cheguei ao significado dos acontecimentos. Por exemplo, como já havia sentido antes o cheiro de feijão queimado, identifiquei-o mesmo antes de olhar a panela.
Assim, precisamos estar atentos a tudo o que acontece à nossa volta e saber que todos os nossos sentidos (olfato, visão, paladar, audição, tato e a cinestesia, isto é, a capacidade de sentir o espaço através dos nossos movimentos) estão constantemente nos fornecendo inúmeras informações a respeito do mundo. Basta que prestemos atenção a elas.
Neste ponto, podemos ampliar, também, o conceito de texto: em latim,texto significa ''tecido'' e pode seja entendido como qualquer significado tecido ou articulado através de uma linguagem determinada. Assim, por exemplo, um quadro pode ser um texto, pois tem um significado articulado através da linguagem da pintura (linguagem pictórica). Um filme, além dotexto verbal dos diálogos, apresenta um texto visual, constituído pelas imagens que se sucedem na tela. O mesmo acontece na televisão. Quantas vezes "lemos", isto é, damos um significado às imagens que vemos na "telinha" mesmo que não estejamos ouvindo o som?
No entanto, precisamos lembrar que essa tarefa de leitura, de atribuição de significados depende da vivência de cada leitor, porque é essa vivência que faz cada um de nós observar o mundo de forma diferente dos outros. Toda leitura depende de nossas experiências, idade, sexo, país e época em que vivemos, classe social a que pertencemos, enfim, de nossa história de vida.
Vamos considerar, por exemplo, apenas os objetos presentes em nossa vida diária, para poder entender melhor como o significado se modifica de acordo com a situação individual de cada leitor. Examinemos o caso do leite. Para as crianças que moram na cidade, o leite chega em embalagem de plástico, pasteurizado, pronto para o consumo imediato. Para as crianças da área rural, no entanto, o leite é associado à vaca que o produz, ao bezerro que dele se alimenta, ao trabalho de quem o tira, à presença de grande quantidade de nata, à necessidade de ser fervido para não estragar, e assim por diante. Esses diferentes significados atribuídos ao mesmo objeto — o leite — são fruto de experiências de vida diversas entre si.
Concluindo, todos nós, alfabetizados ou não, precisamos aprender a observar o mundo ao nosso redor, aprender a estar constantemente indagando: o que isto significa? o que quer dizer?, pois é nesse momento que estamos aprendendo a ler.

Aprendendo a ler um texto escrito

Trataremos, agora, apenas da leitura de textos verbais, que são os mais frequentes na vida escolar. Mais adiante, pretendo discutir a leitura de textos não-verbais, que, pela variedade de linguagens utilizadas, precisarão ser examinados caso a caso.
Os textos verbais, isto é, os textos que utilizam a palavra, incluem desde os livros e as apostilas usados em sala de aula, os artigos de jornal e de revista, os romances, os contos, as poesias, os artigos científicos, as letras de música, até a parte falada de um filme, de uma propaganda, de um programa de televisão. Portanto, abrangem tanto os textos de ficção quanto os de não-ficção. A estes últimos damos o nome de textos referenciais, pois fazem referência ao contexto ou ao mundo que nos cerca e englobam, por exemplo, as descrições de lugares, de comportamentos e de aparelhos (umtexto sobre o aparelho digestivo, sobre a vegetação tropical, sobre o funcionamento de um computador, e assim por diante).
Da mesma forma que existem diferentes tipos de texto, existem diferentes tipos de leitura desses textos. Cada tipo de leitura vai atender a um objetivo diferente. Às vezes lemos para nos divertir, às vezes, para estudar.
Vejamos, então, a seguir os dois tipos de leitura que podemos fazer de umtexto verbal escrito: o emocional e o racional.

Leitura emocional

É a leitura subjetiva, que nos empolga, liberando emoções e dando asas à nossa fantasia. Entregamo-nos de corpo e alma ao universo criado pelo autor, seja ele imaginário ou real, viajando no tempo e no espaço, experimentando prazer ou angústia. Nós nos colocamos no lugar do narrador ou de alguma personagem, na situação em que esta se encontra, e nos solidarizamos com seus sentimentos e atitudes. Durante esse processo de identificação, participamos da vida afetiva alheia e liberamos emoções que, muitas vezes, não nos permitimos ter na vida real. É o que acontece quando lemos um romance interessante ou assistimos a uma novela na TV.
Nesse tipo de leitura, o único critério de avaliação usado é o do gosto: gostamos ou não de um texto, dependendo de motivos pessoais ou de características do texto que não são definidas.
Durante o processo da leitura emocional, algo acontece ao leitor, que sofre, se angustia e se alegra com as situações apresentadas no texto. Tudo isso faz com que o leitor possa se distrair. Mas distrair-se, escapar da realidade imediata, não significa; necessariamente, fugir, alienar-se, ou seja, negar-se a viver os problemas do dia-a-dia e a solucioná-los. Mesmo o texto no qual nos jogamos emocionalmente pode, nos intervalos da leitura ou ao seu final, facilitar o estabelecimento de relações entre a nossa vivência, o nosso mundo e aquele mostrado no texto. Ao fazer isso, estaremos não só atribuindo significados ao texto lido, mas, também, à nossa vida e à nossa realidade. Estaremos, então, fazendo uma dupla leitura: a do texto e a da nossa própria realidade.

Leitura racional

Esse tipo de leitura exige uma compreensão mais abrangente do texto e mobiliza, além do sentimento, as capacidades racionais do leitor, como, por exemplo, a capacidade de analisar o texto, separar suas partes, estabelecer relações entre elas e outros textos, sintetizar as ideias do autor etc.
Nesse nível, estabelecemos um diálogo com o texto, fazendo perguntas que nos levem a compreender sua forma de construção e seus significados mais profundos. Os textos, em geral, não são construções transparentes, não nos entregam totalmente os seus significados logo numa primeira leitura. Temos, na verdade, de conquistar o texto, respeitando suas características próprias que o fazem diferente dos demais.
Voltemos, agora, à história com que iniciamos este artigo. Façamos algumas perguntas sobre sua forma de construção. Em que tempo de verbo está escrita? Em que pessoa? Há um narrador? É uma descrição, uma narração, um diálogo dramático? É prosa ou poesia?
Vemos que é um texto em prosa, escrito na primeira pessoa do singular, no presente e no qual um narrador conta várias coisas.
E que coisas são essas? A vontade de escrever um livro e as dificuldades que encontra, entre afazeres profissionais e domésticos, para sentar e concretizar seu desejo.
Podemos nos dar por satisfeitos com essa leitura. Mas será que o texto não nos conta mais nada? Quem é o narrador? É um professor, pois tem de dar conta de notas, reuniões, recuperação, além da preparação das festas de Natal. E que situação o narrador está vivendo no momento? Está em férias, sem ter mais nenhuma daquelas obrigações profissionais. E, em férias, está escrevendo. Não é estranho que as férias signifiquem um outro momento de trabalho? Escrever também é um trabalho, prazeroso, realizador, mas, mesmo assim, um trabalho. Só que, ao lado deste, aparecem outros trabalhos, indispensáveis: fazer a comida, tomar conta dos filhos. Assim, começamos a perceber as dificuldades da homem e da mulher que trabalha fora de casa: na verdade, têm dupla jornada de trabalho, uma em casa, outra no emprego. Começamos a perceber as dificuldades dos professores: além de profissionais, são também mulheres, esposas, mães, donas de casa, filhas e também isso tudo, mas em referência ao sexo masculino. O nosso olhar se modifica, pois passamos a encará-los não mais solidificadas em um papel, mas como pessoas humanas, com várias dimensões, várias dificuldades e várias formas de realização.
Vemos, portanto, que essa historinha, aparentemente tão simples, tem outros significados mais escondidos. Podemos, então, dizer que a leitura racional de um texto é uma forma de recriar esse texto, visando a sua compreensão mais profunda. A recriação é feita a partir das perguntas que fazemos ao texto. E, como as perguntas são nossas, estamos, nós, leitores, tendo um papel ativo nessa recriação, nessa leitura, nessa atribuição de significados que estão latentes no texto mas não totalmente à mostra.
A leitura racional comporta, assim, uma subdivisão em níveis, que constituem etapas de aprofundamento da interpretação: denotação, interpretação, crítica e problematização. É como se entrássemos num rodamoinho e fôssemos dando voltas, cada vez mais profundas.
E por hoje é só. o próximo artigo veremos um pouco a mais sobre um aspecto que já foi abordado pelo autor deste blog noutros artigos: denotação e conotação.


Este artigo pertence ao Análise de Textos.

SUGESTÃO DE LIVRO





O livro em destaque, encontra-se no link abaixo. Basta clicar e aproveitar!!!Boa leitura!!!

http://www.miniweb.com.br/cantinho/infantil/38/Estorias_miniweb/lobato/Emilia_No_Pais_Da_Gramatica.pdf

terça-feira, 16 de abril de 2013

AGRADECIMENTO


       O nosso blog " Pontuando e Conjugando" foi uma grande ideia que surgiu em sala de aula. A participação e o envolvimento dos alunos, nos títulos sugeridos, foram de grande valia para que o projeto ganhasse vida e ultrapassasse as barreiras da sala de aula.No entanto,quem realmente comemora e ganha o projeto somos nós,alunos e apreciadores da Língua Portuguesa. 
           Em especial,quero agradecer as alunas Agnes Ferreira Brunelli e Sarah Santos da Costa do 7º ano E que transformaram o que era projeto em realidade. Elas,  realmente foram as grandes sonhadoras e transformadoras deste projeto em realidade, oportunizando e contemplando a todos os estudantes, do Manoel Mello, a divulgar e  mostrar os trabalhos desenvolvidos em sala de aula , levando-os assim, a aprender e apreender os conteúdos compartilhados neste blog.
Sucesso galera!! O blog é nosso! 
                                 Com carinho!professora Walkiria.

VÍDEO SUGERIDO


O vídeo sugerido foi da aluna Sarah Santos da Costa do 7º ano E.
Assistam, o vídeo tem uma mensagem maravilhosa! Curtam!!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

FILME EM DESTAQUE


Os Croods | Novo trailer dublado e sinopse

TRAILER OFICIAL



Gênero
    Aventura
    Animação
Sinopse
Os Croods  é uma comédia pré-histórica que acompanha a atrapalhada e divertida aventura da primeira família que já habitou a Terra, enquanto eles partem em busca de uma nova casa, depois que a caverna do clã foi destruída. O que os Croods não sabiam era que, além das pedras da caverna, existia um mundo novo e fantástico, que mudaria suas vidas para sempre.



AUTOR DA SEMANA



QUEM É O AUTOR ACIMA?

DESCUBRA, E EM SEGUIDA, DISCUTA COM OS SEUS COLEGAS, O QUE VOCÊ PESQUISOU E APRENDEU SOBRE ELE .

NOSSOS ARTISTAS




O desenho em destaque é do aluno Erick Vieira Ferreira do 7º ano C.

POEMAS


No meio do caminho

Carlos Drummond de Andrade
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
(1923-1939) - ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, p. 61-62.

Canção do afogado

José Paulo Paes
Esta corda de ferro
me aperta a cabeça,
não deixa meus braços
se erguerem no ar.
E o mar me rodeia,
afoga meus olhos.
Maninha me salve
não posso chorar!
Minha mão está presa
na corda de ferro
e os dedos não tocam
a rosa que desce,
que afunda sorrindo
nas águas do mar.
Maninha me salve
não posso nadar!
Algas flutuam
por entre os cabelos,
meus lábios de sangue
palpitam na sombra
e a voz esmagada
não pode fugir.
Maninha me salve
não posso falar!
E a rosa liberta,
A inefável rosa,
Vai longe, vai longe.
Um gesto é inútil,
meu grito e meu pranto
inúteis também...
Maninha me salve
que eu vou naufragar!
(1947) - PAES, José Paulo. Os melhores poemas. 3. ed. São Paulo: Global, 2000, p. 59-60.

 

Convite à viagem

Helena Kolody
Já se apresta o navio.
A marujada canta,
Marulha e arfa o mar,
O céu palpita.
Deixa esse continente inóspito que habitas.
Iça teu sonho - vela branca - em altos mastros
E singra, solitário, rumo aos astros.
Nem tempo nem espaço a perturbar a viagem...
Navegas ao sabor do pensamento
Por águas infinitas.
KOLODY, Helena.  Viagem no espelho. Curitiba: Criar edições, 1988, p. 135.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

NOSSOS ESCRITORES...

VAMOS OUVIR?


PENSAMENTO DA SEMANA



"Cada geração de computadores desmoraliza as antecedentes e seus criadores".

Carlos Drummond de Andrade 

Você concorda com a citação acima?
 Deixe abaixo sua opinião, compartilhando com as dos demais colegas.

LEITURA DIÁRIA



Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. 

Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Luís Fernando Veríssimo