domingo, 22 de setembro de 2013

AGRADECIMENTO

  O nosso blog " Pontuando e Conjugando" foi uma grande ideia que surgiu em sala de aula. A participação e o envolvimento dos alunos, nos títulos sugeridos, foram de grande valia para que o projeto ganhasse vida e ultrapassasse as barreiras da sala de aula.No entanto,quem realmente comemora e ganha o projeto somos nós,alunos e apreciadores da Língua Portuguesa. 
           Em especial,quero agradecer as alunas Agnes Ferreira Brunelli e Sarah Santos da Costa do 7º ano E que transformaram o que era projeto em realidade. Elas,  realmente foram as grandes sonhadoras e transformadoras deste projeto em realidade, oportunizando e contemplando a todos os estudantes, do Manoel Mello, a divulgar e  mostrar os trabalhos desenvolvidos em sala de aula , levando-os assim, a aprender e apreender os conteúdos compartilhados neste blog.
Sucesso galera!! O blog é nosso! 
                                 Com carinho!professora Walkiria.

NOTÍCIAS DOS FAMOSOS

   ENVIADO POR THAMIRES MIRANDA DO 7ºANO B

Na madrugada deste sábado (07), novas fotos relacionadas a Justin Bieber foram divulgadas no aplicativo Instagram, por meio da conta de amigos e pessoas de sua equipe. Entre as imagens, o canadense posou ao lado dos amigos Lil Za e Lil Twist, onde é possível ver com mais clareza uma nova tatuagem, feita no mês de agosto.
A nova tatuagem do lado direito das costas de Justin consiste em uma frase, mas ainda não é possível ler o que está escrito. Apesar de não ter sido divulgada a data exata em que ...

RECEITA DA SEMANA


ENVIADO PELA ALUNA: JOANA DOS REIS GRAMPINHA DO 7ºANO B







Cupcake massa basica
2 ovos
150 gr de açucar refinado
110 gr de margarina sem sal
110 gr de creme de leite
130 gr de trigo 1/2 colher de sopa de fermento em pó

Bater os ovos com o açucar até ficar um creme fofo
acrescente a margarina com o creme de leite,por ultimo o trigo e o fermento.
manteiga em temperatura ambiente
forno pré aquecido em 180 graus.preparar as forminhas colocar para assar por 15a 20 minutos
estara pronto quando espeta um ´palito e ele sair limpo,retire e deixe esfriar para decorar
 decorar com chantily, caixinha,deixe gelar e bata na batedeira com velocidade media até adquirir a consistencia desejada,
colocar no saco de confeitar e decorar.

PÉ NA ESTRADA



ENVIADO PELA ALUNA: JOANA DOS REIS GRAMPINHA DO 7ºANO B

Cachoeira da Fumaça – Alegre
O Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça está localizado no município de Alegre, na estrada que liga o município com Ibitirama. Por estar no caminho que leva ao Pico da Bandeira, já na região do Caparaó, é um dos atrativos desta rota – A Rota do Caparaó.
O Parque é uma unidade de conservação administrada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA). Seu principal atrativo é a queda d’água com seus 144 metros de altura – Cachoeira da Fumaça – que deu nome ao Parque.
O Parque é aberto à visitação diariamente das 8h às 17h e possui estrutura de banheiros, estacionamento, trilhas sinalizadas e áreas de lazer.


MENSAGEM

Enviado pela aluna:Paola de Souza Santana do 7ºB


Os ventos que às vezes tiram algo que amamos , são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar ..
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim , aprender a amar o que nos foi dado .
Pois tudo aquilo que é realmente nosso , nunca se vai para sempre . ( Bob Marley )

CARROS



SUGESTÃO DO ALUNO: THIAGO SOUTO BARCELLOS DO 7ºANO B




























Chevrolet Opala
Produção 1968 — 1992
Fabricante Chevrolet, grupo General Motors
Modelo
Carroceria Coupé (2 portas)
Sedã (4 portas)
Station Wagon (2 portas)
Ficha técnica
Motor
Quatro cilindros
2.5L (153 pol3)
2.5L (151 pol3)
2.5L "151-S" (151 pol3)
Seis Cilindros
3.8L (230 pol3)
4.1L (250 pol3)
4.1L "250-S" (250 pol3)
Transmissão 4 cc
3 velocidades, manual
4 velocidades, manual
5 velocidades, manual
4 velocidades, automática
6 cc
3 velocidades, manual
4 velocidades, manual
5 velocidades, manual (opcional)
4 velocidades, automática
Layout FR
Dimensões
Peso 1.116kg — 1.350kg
Modelos relacionados
Opel Commodore
Opel Rekord
Chevrolet Impala
Chevrolet Nova
Ford Maverick
Cronologia
Chevrolet Omega
Próximo
O Chevrolet Opala foi o primeiro automóvel de passeio fabricado pela General Motors no Brasil, tendo sido produzido de 1968 a 1992.

Histórico
Seu projeto (chamado de 676)1 demorou cerca de dois anos, sendo apresentado na abertura do VI Salão do Automóvel de São Paulo, num sábado, dia 23 de novembro de 1968, já como linha 1969. A fórmula do Opala combinava a carroceria alemã do Opel Rekord C/Opel Commodore A, fabricado de 1966 a 1971, à mecânica norte-americana do Chevrolet Impala.2

Ao longo de seus 23 anos e cinco meses de produção contínua, passou por diversos aprimoramentos mecânicos e modificações estéticas, sendo fabricado na cidade paulista de São Caetano do Sul, localizada na Região Metropolitana de São Paulo, até ao dia 16 de abril de 1992, uma quinta-feira.

Durante o período em que esteve em produção, foram oferecidas paralelamente duas opções de motores ao Opala: 4 ou 6 cilindros, tanto para as versões básicas, quanto luxuosas ou esportivas. Todos os motores usados no Opala foram derivados de motores da Chevrolet norte-americana.

Essa mistura, onde combinava-se um motor americano a uma carroceria alemã, curiosamente resultou na peculiaridade de conviverem no mesmo projeto componentes com especificações técnicas baseadas no sistema de medidas inglês, nos componentes do motor e transmissão, e no sistema métrico usado na Alemanha e no Brasil nas demais partes do veículo.


Dentre as qualidades do Opala, é notável o acerto dos freios, direção, e suspensão bastante equilibradas, sobretudo após as mudanças feitas nos modelos pós 1980, aliado a isto, o conforto de um carro potente e com bastante torque, o que resulta em saídas rápidas e muita força em subidas de serra, ultrapassagens e retomadas de velocidade mais que seguras na estrada. Apesar do tamanho, é um veículo fácil de conduzir na cidade, e bastante veloz na estrada. Na época do seu lançamento, o carro foi criticado por seu acabamento inferior em relação ao seus "irmãos" americanos, o que foi resolvido anos depois pela filial brasileira.3

Foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1972.

Opala SS
O Opala SS foi lançado em 1971 para disputar o mercado de carros esportivos, e vinha com acabamento esportivo: volante de 3 raios, bancos individuais, câmbio de 4 marchas no assoalho, rodas esportivas, e pintura especial com faixas esportivas; em alguns anos também com capô e painel traseiro na cor preta. O painel vinha com marcador de RPM com escala de 0 a 6000rpm, com a faixa amarela sinalizando atenção de 4500rpm a 5000rpm e marcação em vermelho até o final em 6000rpm — nos motores 250/s, o conta-giros marcava até 7000rpm. A partir de 1974, passou a ser oferecido também com o motor de 4 cilindros e 2.5 litros.

Em 1976 estreava o motor 250/S com tuchos mecânicos (apenas nesse ano), e taxa de compressão elevada em 0,7 ponto, o que levou a revista 4 Rodas a elegê-lo o carro mais veloz do Brasil, com 190,47 km/h, superando o Dodge Charger da Chrysler e o Maverick da Ford. A versão SS foi oferecida com 4 portas somente em 1971. Em 1974 ganhou a opção do motor 2.5 (151) quatro cilindros, que durou até 1980.4

Em 1975, a linha Opala (que recebia uma reestilização mais abrangente) ganhava a versão perua, a Caravan. Desenvolvida a partir da carroceria da Opel Rekord C Caravan, trazia grande espaço para bagagem, com as mesmas opções de motores que equiparam as versões sedã e cupê, inclusive a versão Caravan SS, onde havia a opção dos motores 250-S e 151-S.


Opala Diplomata
Para o ano de 1980, o Opala passou por uma mudança de estilo para se adequar à moda das formas retangulares dos carros daquela época. A frente e a traseira tinham faróis e lanternas retangulares, embora a parte central da carroceria fosse mantida igual.

Também surgiria a versão topo-de-linha Diplomata, onde um pacote de itens de luxo equiparia a toda a família Opala Diplomata e Comodoro. Na mesma década de 80, o Opala passou a contar com suspensão mais eficiente e freios dianteiros a disco duplo, melhores que os antigos sólidos; com a nova suspensão, o Opala ganhava em estabilidade e segurança: antes indeciso em curvas oscilantes e arrancadas fortes, passou a transmitir mais confiança ao piloto. Em 1981 mudava por dentro, ganhando um novo painel de instrumentos.

A partir de 1985, recebia vidros elétricos, antena elétrica, retrovisores elétricos, porta malas com acionamento elétrico, travas elétricas, desembaçador do vidro traseiro, aquecedor interno, volante com regulagem de altura, dentre outros recursos que o mantinham no topo da linha da GM brasileira.5 Já no modelo 1988 apareciam novas modificações na frente, traseira e interior. Toda linha trazia faróis trapezoidais e lanternas traseiras tomando toda largura do veículo, embora a seção central, onde antes ficava a placa de licença, viesse em preto nas versões inferiores.

As versões eram renomeadas Opala ou Caravan SL, Comodoro SL/E e Diplomata SE. Havia ainda o Opala L, restrito a frota de pessoas jurídicas e governamentais. No interior as novidades de sempre, novos volantes e grafismos nos instrumentos, agora com iluminação indireta, e alguns recursos então raros para o mercado nacional: ajuste de altura da coluna de direção de sete posições, ar condicionado com saída para os passageiros no banco traseiro, alarme sonoro para faróis ligados e temporizadores de faróis, da luz interna e dos controles de vidros. A partir daí, seguiram vários retoques em detalhes estéticos e aprimoramentos mecânicos, elétricos e de conforto até o fim da sua produção.


1990 Chevrolet Opala 4.1 Diplomata SE
Opala Collection
O último exemplar do Opala foi fabricado no dia 16 de abril de 1992, quando foi produzido o Opala de número 1 milhão. A ocasião de seu encerramento mobilizou vários entusiastas e fãs do automóvel a sair em carreata nos arredores da fábrica em São Caetano do Sul, em protesto a retirada do modelo de linha.

Uma série limitada especial do encerramento da produção do Opala foi batizada Diplomata Collectors. Foram fabricados em apenas 3 cores: Azul Millos, Preto Memphis e Vermelho Ciprius, equipadas com câmbio automático, eram acompanhados de chaves banhadas a ouro, traziam um VHS sobre a história do Opala e um certificado assinado pelo presidente da GM do Brasil, tudo dentro de uma pasta de couro.

Vale ressaltar que essa série teve 100 exemplares sem numeração especial no chassis e frequentemente muitas pessoas pensam (erroneamente) que foram os últimos 100 exemplares fabricados, mas limitaram-se apenas a estar entre os últimos fabricados. A série Collectors não tem numeração de chassis sequencial, significando que entre a fabricação de um veículo e outro, foram fabricados exemplares de outras versões.

O último Opala fabricado, um modelo Diplomata cor Azul Millos, foi cedido pela Chevrolet para o acervo de exposição do Museu da Tecnologia da ULBRA em Canoas, Rio Grande do Sul. Atualmente, este exemplar pertence a um ex-funcionário da GM e está em São Paulo. O último 'Collectors' fabricado que está em circulação atualmente, encontra-se com um membro do Fórum Opaleiros do Paraná, fabricado em 16 de abril 1992 e possui cor Vermelho Ciprius. O último exemplar fabricado da Caravan (também em 16 de abril de 1992) foi um modelo SL ambulância que hoje está descaracterizada, não sendo mais ambulância.

A partir daí, o Opala teve como sucessor o Chevrolet Omega (fabricado no Brasil de 1992 a 1998), e a Caravan teve como sucessora a Chevrolet Omega Suprema (fabricada no Brasil de 1993 a 1996). Atualmente o Omega está em sua 3a geração, sendo importado da Austrália.

Versatilidade

Várias organizações no Brasil adotaram o Opala e Caravan como veículos de suas frotas, foram muito usados como viatura de Polícia Civil e Militar, Guardas Municipais, Carro Oficial da Presidencia da República, Carro Resgate do Corpo de Bombeiros, Ambulância.

Sua confiabilidade, robustez e facilidade de manutenção, e baixo consumo de combustível na versão 2.5 gasolina, também fizeram do Opala um dos carros mais utilizados como Táxi, em sua época.

A mecânica inteira do Opala também serviu de base para vários outros carros esportivos fora-de-série e réplicas fabricadas artesanalmente. Dentre estes destacam-se o Santa Matilde, Puma GTB e o Fera XK, réplica do Jaguar XK de 2 lugares.

O Opala é um carro bem sucedido também em competições, onde acumula muitos títulos e recordes. Ressaltam-se as provas de Stock Car e Turismo, onde o Opala era concorrente direto do Ford Maverick GT V8.

E em provas de arrancada, onde cada vez têm-se estabelecidos novos recordes de potência e tempos, tanto em preparações aspiradas ou turbo alimentados. Em decorrência deste histórico de corridas, inúmeras receitas de customização surgiram, pela facilidade dos ajustes, grande durabilidade e resistência de seus motores e grande disponibilidade de peças de alta performance para o Opala.

Uma das muitas façanhas do Opala foi ter estabelecido o recorde brasileiro de velocidade máxima. Em Julho de 1970 na Rodovia Castelo Branco em São Paulo, o piloto Bird Clemente, a bordo de um Opala 4 portas, bateu o recorde brasileiro de velocidade, seguindo todos os regulamentos da FIA, cravando 232,510km/h, bloco do motor, virabrequim, bielas, pistões, eram todos originais, a única diferença era a taxa um pouco mais elevada, válvulas maiores e três carburadores Weber. Vinte e um anos depois em 1991, na direção de outro Opala, o piloto Fábio Sotto Mayor, estabelecia o novo recorde de velocidade, ao atingir 303,157 km/h, com um Opala 2 portas em um trecho da Rodovia Rio-Santos.

Cultura

O Opala é um veículo bastante luxuoso, com mecânica extremamente confiável e um excelente desempenho. Graças a tais características, tornou-se objeto de desejo de muitas pessoas, sendo um dos mais cultuados automóveis brasileiros de sua época e com vários clubes dedicados ao modelo ainda hoje.

São inúmeras as aparições de diversos Opalas em filmes, novelas, livros e músicas. Dentre os filmes, destaca - se Muito Gelo e Dois Dedos d'Água, onde um Opala de Luxo vermelho vira um dos personagens principais.



Motorizações
Opala 4 cilindros

Aos primeiros anos do Opala, o motor quatro cilindros de 2509 cm³(153 pol³) basicamente era uma versão 4 cilindros do Stovebolt Americano. Originalmente desenvolvido para equipar a linha básica do Chevrolet Nova de 1961.

Em 1974, com o objetivo de conferir maior suavidade ao Opala, o motor 4 cilindros recebeu alguns aperfeiçoamentos, a saber: aumento do diâmetro dos cilindros, com pistões mais leves, bielas mais longas, virabrequim com menor curso, e volante com maior massa. Com isso, a cilindrada foi ligeiramente reduzida para 2474 cm³(151 pol³), onde ganhava-se grande suavidade no funcionamento, permitindo-se regimes de rotação mais elevados e um dirigir mais confortavel.

Este motor ainda passou por mais alguns refinamentos, caracterizando-o como 151-S, com novo coletor de admissão de alumínio, carburador de corpo duplo. Essas alterações visaram tornar o motor mais eficiente e o carro mais chamativo na opção SS.

Também foi oferecida a opção do álcool como combustível, um biocombustível de menor poder calórico, mas que produz mais potência que a gasolina por aceitar uma taxa de compressão mais elevada, além de ser menos poluente. Com isso, os Opalas 4 cilindros a álcool obtiveram acelerações mais rápidas e velocidade final consideravelmente superiores aos modelos a gasolina.

Para manter uma distinção entre as séries de motores, a GM tinha por costume aplicar uma pintura de diferentes cores aos motores em determinadas épocas, como o verde, que indicava que o motor era o 151S com carburação Weber 446 com corpo duplo, o azul, que indicava o motor 151 com carburador Solex H40 de corpo simples, e o amarelo, que indicava o motor a álcool com carburador Solex H34 de duplo estágio.

Os motores 4 cilindros dos Opalas são reconhecidos pelo torque, robustez, durabilidade, potência condizente a que se propõe e com poucas modificações obtém-se elevada potência, vinha equipado com câmbio de 4 e 5 velocidades manual.

153.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 80  cv liquida (1968-73) Gasolina 228
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 82  cv liquida (1974–77) Gasolina
151-S....pol³ 4 cilindros(2.5L) 98  cv liquida (1971–80) Gasolina
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 88  cv liquida (1985–88) Gasolina h34
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 90  cv liquida (1988–90) Gasolina 3E
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 92  cv liquida (1991–92) Gasolina 3E
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 107  cv liquida (1980–84) Etanol H34
151.......pol³ 4 cilindros(2.5L) 105  cv liquida (1985–92) Etanol H34
Opala 6 cilindros
O motor de seis cilindros de 3.8L (230 pol³) utilizado no Opala deriva da 3a geração do veterano Stovebolt. Tinha por características um bloco leve, e sete mancais no eixo virabrequim. Originalmente destinava-se a alguns modelos da GM Americana, dentre eles: Chevrolet Nova, Impala, Chevelle, Camaro, e alguns utilitários leves.

No Brasil, este motor seguiu passando por várias atualizações e inúmeros aperfeiçoamentos, inclusive após o encerramento da produção do Opala.

Logo em 1970, adotou virabrequim de maior curso, elevando seu deslocamento para 4.1L (250 pol³). Posteriormente, ao longo do tempo, recebeu pistões mais leves e bielas mais longas.

Para manter a concorrência com o Ford Maverick Quadrijet, a Chevrolet desenvolveu em 1974, o célebre motor 250-S, onde uma leve preparação era conferida ao motor 4100, como tuchos mecânicos, carburador duplo, comando de válvulas com maior duração de abertura, lobe center de 109° com levante de 6,5mm, e também taxa de compressão 0.7 ponto mais elevada.

Oferecido opcionalmente, este 250-S mais agressivo foi homologado para a antiga Divisão 1 da CBA, com taxa de compressão 9,2:1. Havia versões mais comuns do 250 com taxa de compressão de 7,8:1 e 8,5:1, mas todos poderiam ser vendidas normalmente ao público em concessionárias GM, sua principal desvantagem era o câmbio de transmissão que vinha de fabrica com apenas 4 velocidades tanto na versão manual quanto automatico.

Este motor e suas variantes, equiparam também o Chevrolet Omega, os utilitários Chevrolet Bonanza, Chevrolet Veraneio, as pick-ups Chevrolet A20, Chevrolet C20 e Chevrolet Silverado, e alguns utilitários pesados, como o caminhão A60, conhecido como "canavieiro", neste último com capacidade cúbica elevada para 4.8L.

230.......pol³ 6 cilindros(3.8L) 125  cv bruta (1968–71) Gasolina
250-S....pol³ 6 cilindros(4.1L) 153  cv liquida (1976–80) Gasolina
250.......pol³ 6 cilindros(4.1L) 118  cv liquida (1980–84) Gasolina
250.......pol³ 6 cilindros(4.1L) 138  cv liquida (1985–90) Etanol Solex H34
250-S....pol³ 6 cilindros(4.1L) 153  cv liquida (1985–89) Gasolina DFV 446
250/S....pol³ 6 cilindros(4.1L) 121  cv liquida (1990–92) Gasolina Solex 3E
250/S....pol³ 6 cilindros(4.1L) 141  cv liquida (1991–92) Etanol Solex 3E

Observações

Potência liquida é a potência medida na roda do veiculo com todos seus agregados (potência real). Se a potência fosse medida de maneira bruta diretamente no motor sem nenhum de seus agregados como correias, hélice do motor (ventoinha), embreagem, câmbio, diferencial, seria bem maior que a indicada na tabela seguinte.

JOGOS

SUGESTÃO ENVIADA PELO ALUNO:  JOÃO VITOR DENANIAS DE SOUZA DO 7ºANO B





Obs : Não é o jogo e sim o trailer , caso queira ver uma ''Gameplay'' do jogo procure pelo Canal
zEmerson no Youtube :D

Não recomendando para menores de 12 anos

FILME EM DESTAQUE


SUGESTÃO ENVIADA PELO ALUNO: VITOR PINHEIRO DO 7ºANO B



Sinopse - 

Num futruro não muito distante, as lutas de boxe já não são mais travadas entre seres humanos e sim através de robôs enormes, capazes de desferir golpes ultrapotentes e impactantes no oponente e para o espectador. Neste ambiente, Charlie (Hugh Jackman) é um ex-boxeador falido, que se vira com máquinas obsoletas e, quase sempre, perdedoras. Morando de favor com Bailey (Evangeline Lilly), filha de seu falecido treinador, ele acaba sendo chamado pela Justiça por causa da morte da ex-mulher e a futura guarda do filho deles. O problema é que Max (Dakota Goyo) tem 11 anos, Charlie nunca teve o menor contato com ele e, por isso, prefere que ele fique com a cunhada, mediante o pagamento de uma polpuda "recompensa". Mas o garoto é muito esperto e aos poucos vai conquistando o coração do lutador. Para completar, o menino é uma fera nos videos games e tem chances reais de ajudá-lo a treinar uma nova máquina de combate e mudar para sempre o destino deles. Agora, tudo que eles precisam é começar do zero e ir subindo no ranking para enfrentar o campeão dos campeões.

Titulo Original : Real Steel
Distribuidor : DISNEY / BUENA VISTA
Ano de Produção : 2011
Bilheteria no Brasil : 1.710.212 ingressos
Orçamento : US(Dólares)$ 110 milhões

AUTOR DA SEMANA





QUEM É O AUTOR ACIMA? 


DESCUBRA, E EM SEGUIDA, DISCUTA COM OS SEUS COLEGAS, O QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE ELA.
 AUTOR DA SEMANA ANTERIOR: ADÉLIA PRADO                                                                                       

VAMOS OUVIR?


  A SUGESTÃO DA MÚSICA É DO ALUNO: NATAN DALCOMUNE GURTHER DO 7º ANO B



PENSAMENTO DA SEMANA

O pensamento da semana é do aluno do 7º B: Arthur Bulian Vieira


''Nem todos que sonharam conseguiram, mas pra conseguir é preciso sonhar''.
 
Gabriel Pensador

SUGESTÃO DE LIVRO






SINOPSE:

Descobrir o mistério da ilha perdida. Era esse o ousado projeto dos irmãos Henrique e Eduardo. Porém, quando mal começava sua excursão, depois de atravessar o rio, os dois se viram tão perdidos quanto a própria ilha em que se encontravam.
Quem surpresas se escondiam por trás da densa mata que recobria toda a paisagem? Quem seria Simão, o solitário e enigmático habitante da ilha, que separou os dois meninos,levando Henrique para sua caverna?E, afinal, Henrique era hóspede ou um prisioneiro?
Venha se perder nessa ilha fantástica de emoção e magia.

O livro está abaixo no formato PDF.Basta clicar e se deliciar com essa maravilhosa história!!! Boa leitura!!!


http://colegioshalomudi.com/upload/Maria_Josae_Duprae_-_A_Ilha_Perdida.pdf

domingo, 15 de setembro de 2013

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO

  O nosso blog " Pontuando e Conjugando" foi uma grande ideia que surgiu em sala de aula. A participação e o envolvimento dos alunos, nos títulos sugeridos, foram de grande valia para que o projeto ganhasse vida e ultrapassasse as barreiras da sala de aula.No entanto,quem realmente comemora e ganha o projeto somos nós,alunos e apreciadores da Língua Portuguesa. 
           Em especial,quero agradecer as alunas Agnes Ferreira Brunelli e Sarah Santos da Costa do 7º ano E que transformaram o que era projeto em realidade. Elas,  realmente foram as grandes sonhadoras e transformadoras deste projeto em realidade, oportunizando e contemplando a todos os estudantes, do Manoel Mello, a divulgar e  mostrar os trabalhos desenvolvidos em sala de aula , levando-os assim, a aprender e apreender os conteúdos compartilhados neste blog.
Sucesso galera!! O blog é nosso! 
                                 Com carinho!professora Walkiria.